19.7.11

jfrf

«Amo-te tanto que mesmo que tu não me ames eu fico à espera o tempo que for preciso.»


Guardo a tua carta como quem guarda o primeiro beijo ou a alegria vivida. Sei-a de cor como sei cada traço do teu rosto e cada palavra tua que me foi proferida. Como podes agora ser tu, meu príncipe, apenas uma triste memória do meu viver? Todas as noites olho para o meu telemóvel e desejo um sinal teu que me faça sorrir, um sinal que eu espero e nunca mais vem. Sei que não somos uma unidade, e que por tua parte, decerto nunca chegamos a ser mas custa conformar-nos com a realidade quando vivemos grande parte da nossa vida no irreal. Questiono que se te lembrarás de algum momento nosso vivido... Pede-me tudo menos para adivinhar isso pois eu sei qual é a dura e crua realidade. Reatar a nossa amizade, era de facto, o mais sensato da minha parte mas alguma parte de mim não se contenta com isso... Eu ficarei aqui, esperando por ti e pela tua chegada, pois se for verdadeiro não importa o quanto pode demorar, irá acontecer. Se esse dia nunca chegar? Ainda bem que eu somente quase te amei, digo eu.

6 comentários:

• cláudiasofiagomes disse...

lindo, força <3

• cláudiasofiagomes disse...

de nada querida. obrigada eu!

Filipa Amaral disse...

muita força*

joanarocha disse...

muito muito obrigada. eu também gostei e seguirei com todo o gosto (:

joanaf disse...

Obrigada, lindo!

m ; disse...

adorei!
força!